
`´E o que acontece com games online", começa a falar o presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) João Rezende, que continua: "Tem gente que adora, fica jogando o tempo inteiro, e isso gasta um volume de banda muito grande. É evidente que algum tipo de equilíbrio há de se ter porque, senão, nós teremos o consumidor que consome menos pagando por aqueles que estão consumindo mais. É essa questão da propaganda, do ilimitado e do infinito, que é um negócio que acabou desacostumando o usuário".
A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa, e você pode conferir tudo o que foi dito no vídeo abaixo, disponibilizado pelo pessoal da Vox. Existem dois pontos importantes para notarmos na fala de João Rezende:
"Tem gente que adora": é preciso entender que a frase "tem gente que adora" aparece de maneira negativa. É culpar o usuário, que deveria ser livre. É jogar a culpa nas costas de pessoas que buscam entretenimento, e deixar companhias e infraestruturas um pouco isentas.
"Teremos o consumidor que consome menos pagando por aqueles que estão consumindo mais": neste ponto, é ilógico. Existem vários planos — e a necessidade de criar mais — que podem ser acomodados aos diferentes bolsos e necessidades. Uma pessoa "que adora" jogar games online, provavelmente, vai buscar um plano com mais velocidade e, por consequência, mais caro
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