intendo está entrando cada vez mais convicta no mundo dos eSports. A subsidiária Pokémon Company anunciou, na semana passada, o primeiro campeonato mundial de Pokkén Tournament, que reunirá em agosto os melhores competidores do game de luta na América do Norte, Europa e Japão em um grande evento em San Francisco, nos Estados Unidos.
O Pokkén Tournament World Championships, como foi batizado, trará US$ 100 mil em prêmios, o equivalente a R$ 362 mil em conversão atual. Os competidores podem se classificar para as grandes finais por meio de eventos registrados pela Nintendo.
Assim como no Campeonato Mundial de Pokémon, dedicado para os fãs da franquia nos consoles e nas cartas, a competição internacional de Pokkén Tournament será dividida em categorias respectivas à idade do competidor. Os melhores jogadores de cada evento garantem, além da vaga para as finais mundiais, consoles oficiais da Nintendo e vários outros brindes relacionados ao universo de Pokémon.
Abaixo você confere o trailer em inglês do circuito, disponibilizado no canal oficial do grupo no YouTube.
O anúncio da série mundial aumenta ainda mais a presença da Nintendo entre os apaixonados por torneios e pela pancadaria virtual. O jogo também está incluído na line-up do EVO 2016, o maior campeonato internacional de games de luta. A empresa também se expande nesse evento com dois outros títulos, sendo eles Super Smash Bros. for Wii U e Super Smash Bros. Melee.
Pokkén Tournament será lançado oficialmente no dia 18 de março exclusivamente para o Wii U. Você pode conferir a primeira hora de jogo
nsado daquela velha luta com relação ao ar condicionado, seja ele em casa ou no trabalho? Pois saiba que um projeto chamado Evapolar promete ser a solução para todas as suas dores de cabeça. Esse pequeno aparelho, acredite se quiser, é um potente ar condicionado pessoal, que combina também um umidificador e purificador de ar.
Tudo o que você precisa para utilizar esse cubo resfriador é de uma fonte de energia e de um pouco de água, que é armazenada em um reservatório lateral. Quando ativado, o Evapolar conta com nanofibras de basalto que ajudam na evaporação da água, resfriando o ambiente em uma área próxima. A ideia, com isso, é substituir os splits enormes, mas que são incapazes de resfriar o ambiente de maneira uniforme, por aparelhos de uso pessoal.
Segundo os criadores do dispositivo, o ar condicionado é capaz de funcionar por períodos de seis a oito horas antes de precisar ter seu reservatório reabastecido e consegue diminuir a temperatura do ambiente para até 17° C. Caso o recipiente se esvazie, o Evapolar ainda funciona como um ventilador comum.
Como se isso tudo não fosse impressionante o suficiente, o Evapolar ainda é extremamente amigável ao meio-ambiente. Em comparação aos sistemas de ar condicionado mais comuns, por exemplo, o dispositivo é 12 vezes mais eficiente em economizar energia; além disso, ele não utiliza outros materiais resfriadores nocivos como o gás freon para funcionar.
Especificações técnicas
Resfriamento máximo: 17° C
Poder de resfriamento máximo: 500 W
Consumo de energia máximo: 10 W
Capacidade do reservatório de água: 710 ml
Duração do reservatório: de 6 a 8 horas
Peso: 1,68 kg
Dimensões: 16 cm de largura x 16 cm de altura x 16,5 cm de profundidade
Cores disponíveis: preto, branco
Evapolar, em suas versões em branco e preto.
Vendo tudo isso, não deve ser surpresa para ninguém que o Evapolar tenha sido um enorme sucesso em seu financiamento no Indiegogo. Em seu período no site de crowdfunding, o projeto alcançou 259% da meta original, chegando a incríveis 376 mil dólares arrecadados.
Para quem quiser um desses aparelhos, ainda é possível participar do financiamento no site do Indiegogo pelo valor mínimo de 179 dólares (R$ 650) – e com possibilidade de envio para o mundo todo –, com previsão de entrega para junho de 2016. O Evapolar também deve chegar futuramente às prateleiras das lojas, mas custando US$ 250 (R$ 900).
Curioso para saber como é o visual do novo iPhone 7? Pois uma nova foto vazada pelo site NoWhereElse podem ter revelado exatamente isso – ao menos com relação à carcaça traseira do aparelho.
Quem esperava um número pequeno de mudanças no visual do aparelho provavelmente vai se surpreender. Isso porque, no lugar de manter os detalhes e linhas na traseira vistos em seus antecessores mais recentes, temos uma “volta às origens”, com uma carcaça quase totalmente limpa: com exceção da logo da Maçã e os encaixes da câmera, as únicas linhas visíveis estão nas bordas superior e inferior do celular.
Visual da nova carcaça também se assemelha bastante ao do iPhone 5c
As informações, vale notar, reforçam os vazamentos dos cases trazidos pelo MacRumors na última quarta-feira (9), trazendo um dispositivo com design extremamente parecido. Nada disso foi confirmado até agora, no entanto; e nem deve ser, considerando a política de segredo absoluto da Apple.
Enquanto não temos nada oficial, tudo o que podemos fazer é esperar. Mas definitivamente os vazamentos estão indicando um aparelho ainda mais limpo, fino e discreto do que antes.
undo do entretenimento passa por mudanças constantemente. Novas tecnologias mudam tanto os tipos de mídia quanto a forma com que as pessoas consomem os conteúdos.
Foi assim com as transmissões de TV, a chegada do VHS, a introdução dos filmes digitais, o lançamento do formato DVD, a migração para as TVs por assinatura, a mudança para o padrão Blu-ray e, claro, a revolução do streaming online.
Toda forma de distribuição, ao seu tempo, apresentou uma série de vantagens e, não por acaso, cada uma teve seu espaço e vez durante as últimas décadas. Várias tecnologias ainda perpetuam e se mostram viáveis para diferentes propósitos.
Nesse mundo competitivo, atualmente, duas principais tecnologias brigam para tentar conquistar o consumidor: os serviços de streaming e os canais de TV por assinatura. De um lado, a praticidade de assistir a qualquer filme e série em qualquer momento. Do outro, a vasta quantidade de canais com uma infinidade de títulos e grandes lançamentos.
Acontece que, em especial no Brasil, a chegada de um serviço queridinho por todos chamado Netflix, acabou gerando toda uma polêmica. Com preços reduzidos e uma biblioteca considerável — que conta com atualizações mensais —, a plataforma americana chegou por aqui com tudo. Só que algumas empresas não gostaram muito dessa história.
Aproveitando pra surfar a onda, e principalmente para conquistar o interesse do público, muitas operadoras de TV por assinatura e canais pagos mudaram um pouco suas formas de atuação. Hoje, há vários serviços de streaming ao estilo VOD (vídeo sob demanda) para que o consumidor veja seus filmes e séries favoritos a qualquer momento.
O preço camarada do Netflix é o grande trunfo
Bom, antes de falar sobre os canais de TV por assinatura, precisamos entender como o Netflix conseguiu sair do “nada” (levando em conta que alguns canais já estão aí faz mais de dez anos, o Netflix chegou realmente engatinhando) e virar um sucesso absurdamente estrondoso.
Netflix para todos e com preço camarada
Independente do mercado analisado, o Netflix sempre teve algumas estratégias muito bem definidas para conquistar o público. A primeira já chama muito a atenção: um preço que cabe no bolso de qualquer um. Quando desembarcou aqui, o serviço ainda custava menos de 15 reais por mês.
Hoje, o valor do plano básico ainda está abaixo de R$ 20 e um plano top custa menos de R$ 30. São valores que acabam saindo mais barato do que um par de entradas inteiras para o cinema, do que alugar uns quatro filmes em Blu-ray ou do que comprar dois DVDs originais. Melhor ainda: é cerca de 30 ou 40% do valor da mensalidade de uma TV por assinatura (levando em conta os pacotes mais básicos).
Muita coisa boa, mas muita velharia também
O preço é talvez o ponto principal, mas o que justifica a adesão ao serviço é a grande quantidade de títulos disponíveis. Não temos o número oficial (até porque o Netflix não divulga essa informação), mas dá para presumir que o acervo do serviço tenha cerca de dois ou até três mil títulos disponíveis (se a gente contar com as séries, shows e documentários).
E, falando nisso, a diversidade é outro grande ponto a favor do Netflix. Apesar de ser uma plataforma focada em filmes, a rede americana faz questão de entregar uma grande variedade de longas (de todos os gêneros possíveis), shows, documentários, séries e desenhos animados. A maioria dos conteúdos vem de terceiros, o que garante um bom leque de opções.
É claro que, por conta do preço, o Netflix tem algumas limitações. Ele certamente não é um campeão em lançamentos (a maioria dos grandes filmes chega antes em canais como Telecine e HBO), mas o catálogo tem opções para todos os gostos e, de vez em quando, aparece algum filme bombástico por lá.
Além de títulos famosos de grandes estúdios, o Netflix ainda se destaca com produções originais. Estamos falando aqui de longas como Beasts of No Nation e também de séries premiadas como House of Cards, Orange is The New Black, Jessica Jones, Demolidor e outras tantas que você certamente já viu ou ouvir falar a respeito.
Até uma caixa de cereal roda Netlix
Para finalizar, o Netflix tem um argumento que é simplesmente campeão: a compatibilidade. Não importa se você tem uma SmartTV, um Blu-ray player, um celular, um video game ou um celular, quase todos os sistemas e dispositivos mais populares do mundo são compatíveis com o famoso serviço de streaming. Quer ver? Vamos listar alguns.
Você pode rodar o Netflix na Apple TV (segunda geração ou superior), no Amazon Fire TV Stick, nos Blu-ray players (modelos da Samsung, LG e Sony), no Chromecast, no seu computador (com Linux, OS X ou Windows), no Nexus Player, em smartphones (com Android, iOS e Windows Phone), nos vídeo games (Microsoft, Nintendo e Sony), nas Smart TVs (versões com sistema de internet, Firefox OS, WebOS ou Android TV) e em aparelhos set-top box.
Netflix é compatível com centenas de aparelhos
Não é por acaso a piada neste subtítulo. Só falta mesmo comprar uma caixa de cereal e poder rodar o Netflix numa telinha na embalagem, pois o aplicativo é quase que universal e oferece navegação intuitiva em todas as plataformas. O login no Netflix é simplificado em todas as plataformas, o que também é um ponto positivo.
Essa compatibilidade com múltiplos dispositivos é um dos pontos mais fortes, pois, ao contrário da TV a cabo que precisa de um aparelho específico, o Netflix pode rodar em qualquer dispositivo, com direito a sincronização entre os produtos (ou seja, você começa a ver um filme na TV e continua no celular).
Melhor ainda: o Netflix não tem problemas de região. Muitos apps e serviços de streaming são restritos ou, às vezes, nem estão disponíveis para muitos países. O Netflix não pretende se limitar nesse ponto, sendo um serviço que abraça quase todos os mercados e oferece catálogos bem completos.
O modelo das TVs por assinatura
Do outro lado dessa história, temos as TVs por assinatura (tanto com tecnologias cabeadas quanto com modelos de funcionamento via satélite). Elas já estão no mercado há um tempo considerável (mais de duas décadas) e inovaram ao trazer conteúdos de alta definição e várias facilidades ao consumidor.
A TV por assinatura sempre foi um desejo de consumo, afinal quem não quer ter uns 200 (eu disse DUZENTOS) canais pra ficar aproveitando o dia todo no conforto do sofá? Todo mundo quer, tanto que muita gente pirateava (e ainda pirateia) o sinal das TVs por assinatura — e o consumidor honesto que paga o pato, mas isso é assunto pra outra hora.
Bom, você já conhece bem o sistema da TVs por assinatura. As operadoras desse ramo montam pacotes com canais dos mais variados tipos de conteúdos (séries, filmes, shows, notícias, esportes, desenhos, missas, documentários, vendas de tapetes, etc.) e cobram uma mensalidade por tais pacotes.
Eventos ao vivo
A TV por assinatura tem um trunfo em mãos que não chega aos serviços de streaming (pelo menos ainda não tem no Netflix): eventos ao vivo. Quem acompanha notícias, esportes, shows, eventos, apresentações, programas de audiência e reality shows acaba vendo uma grande vantagem na TV.
Falando assim, você talvez não se recorde de muitos exemplos, mas nós temos vários motivos pelos quais muitas pessoas ainda adoram as TVs por assinatura.
Eventos ao vivo são exclusivos para canais de TV
Alguns dos principais conteúdos mais requisitados pelos brasileiros, como partidas de futebol (basquete, vôlei, golfe, beisebol, futebol americano, etc.), shows (desde apresentações de duplas e bandas brasileiras, passando por atrações internacionais até chegar a grandes eventos como Rock in Rio), premiações (Oscar, Grammy) e outros só são exibidos na TV.
Conteúdos mais recentes e exclusivos
Outros aspectos que colocam as TVs por assinatura na frente dos serviços de são os lançamentos e os conteúdos exclusivos (o Netflix até tem muita coisa de qualidade e exclusiva, mas ele não tem como competir com a TV por assinatura).
Vamos pegar uma grande rede como HBO. No Brasil, a companhia transmite 10 canais para os assinantes do pacote completo. Nesse pacote, que em média custa de 40 a 50 reais por mês, o consumidor tem a garantia de conferir quatro grandes lançamentos (há estreias todos os sábados) e vários conteúdos originais.
E não estamos falando de produções de baixo orçamento. A HBO é responsável por algumas das séries mais premiadas e queridas pelo público. Só pra constar algumas das mais atuais: Game of Thrones, Girls, Silicon Valley, The Leftovers, True Detective e Vinyl.
Quer mais exemplos? No passado, a HBO exibiu: Carnivàle, Flight of the Conchords, Roma, True Blood e por aí vai. E não estamos falando de uma emissora que produz apenas séries nos Estados Unidos, a HBO já produziu muita coisa na América Latina, incluindo sucessos como Alice, Mandrake, O Negócio, Preamar, Prófugos, Psi e Sr. Ávila.
Repare que estamos falando apenas de um único canal. Se você pensar em todas as séries (incluindo desenhos animados), temos uma infinidade de conteúdos de canais como A&E, ABC, Cartoon Network, CBS, Cinemax, Comedy Central, Disney, Discovery, FOX, FX, History, NatGeo, NBC, Nickelodeon, Showtime, Sony, Syfy, Universal, Warner e outros.
É tanta diversidade, que não há como alguém acompanhar tudo que é transmitido. E todos esses canais ainda se destacam com muitos filmes. Não é só a HBO que exibe lançamentos, há redes como Telecine (que conta com seis canais) que focam nas novidades, trazendo inclusive canais exclusivos para filmes antigos (caso do Telecine Cult).
O grande dilema dos pacotes: preço versus conteúdo
Talvez, um dos grandes limitadores para a maior adesão das TVs por assinatura seja justamente a relação custo-benefício. Conforme já comentamos acima, os canais são imbatíveis em questão de exclusividade e novidade, mas o problema é a forma como isso chega até o consumidor.
Com base nas seleções das principais operadoras, a criação dos pacotes visa levar diversidade de conteúdo para toda a família. Acontece que não são poucos os casos de consumidores que contratam pacotes com muitos canais que jamais vão sintonizar. Muitos canais são “empurrados” junto com os grandes atrativos, o que deixa os pacotes mais caros e, muitas vezes, pouco interessantes para o consumidor.
Preços e pacotes pouco flexíveis
Há também que se considerar que, diferente de serviços de streaming, as TVs por assinatura cobram valores muito mais altos para entregar conteúdos de alta definição (que, via de regra, são configurados apenas para 720p ou 1080i).
Não bastasse isso, além dos pacotes, o consumidor geralmente tem que desembolsar altos valores se quiser as grandes redes de filmes (HBO e Telecine). No fim das contas, é bem fácil o valor total beirar os 200 reais, considerando aqui a contratação de aparelhos de alta definição, conteúdos exclusivos e lançamentos.
Limitações e soluções
Por mais que a TV por assinatura consiga servir um conteúdo de alta qualidade e uma variedade absurda de títulos, ela deixa a desejar quando chegamos a questões quanto à usabilidade.
Este tipo de mídia é bem funcional, sendo na questão da navegação, de informações complementares e até ao oferecer recursos para gravação. Contudo, alguns modelos de aparelhos só trazem as funções “básicas”, ou seja, transmissão direta do satélite para a televisão, tal qual acontece com a TV comum.
Para solucionar isso, algumas operadoras disponibilizam aparelhos com conectividade (capazes de realizar streaming) ou funcionalidades para gravar conteúdos (em disco interno ou externo). A possibilidade de usar o sistema de streaming é ideal como uma alternativa ao funcionamento padrão, pois dá para ver qualquer filme a qualquer hora, tal qual no Netflix.
Os aparelhos com sistema de gravação funcionam de forma diferente. Normalmente, em sistemas que usam armazenamento externo, o cliente não tem uma biblioteca à disposição. Assim, o espectador precisa consultar a programação e agendar os filmes, séries e shows que deseja gravar.
Em algumas operadoras, como a Claro TV, quando o cliente dispõe de um pacote mais robusto (e com aparelho já equipado com armazenamento interno) esse tipo de função pode ser programado para gravar os principais conteúdos em destaque — como as principais estreias do Telecine e da HBO.
Em terra de Netflix, quem tem NOW é rei
Esses adicionais para gravação quebram um galho, mas certamente não se trata de uma solução perfeita, até porque pode haver problemas de sinal, erros de disco e outros tantos que acabam atrapalhando a experiência geral — isso sem contar que é preciso ficar atento para programar as gravações.
Muito conteúdo On Demand de vários canais pelo NOW
Assim, os aparelhos com streaming acabam se provando melhores alternativas. Umas das mais conhecidas soluções nesse segmento é a rede Now (disponível na NET e na Claro TV). O serviço dessas operadoras agrega os principais vídeos dos grandes canais (incluindo filmes do Telecine e HBO) e centraliza tudo num lugar só.
Onde é possível acessar o Now? Aí que está a melhor parte: você acessa diretamente no aparelho da TV usando o controle remoto. Quando você não está em casa, pode acessar via internet. Além da facilidade nesse sentido, o consumidor ainda leva vantagem por não precisar pagar nada a mais por isso.
A nova solução dos canais: apps com conteúdo via streaming
Com a chegada do Netflix, os principais canais de TV por assinatura migraram seus conteúdos para o mesmo modelo de funcionamento. Agora, você pode baixar apps do Telecine, HBO, TNT, Space, Cartoon Network, FOX e outros tantos para curtir seus programas favoritos a hora que quiser e onde quiser.
Os serviços On Demand (apelidados por alguns canais de PLAY ou GO) geralmente são gratuitos e só exigem que o cliente contrate o pacote completo (principalmente HBO e Telecine exigem que somente quem contratou todos os canais possa acessar essas funcionalidades) com sua TV por assinatura.
Todos os filmes do Telecine num único lugar
É importante comentar que além dos apps para smartphones e alguns dispositivos selecionados, todos esses serviços estão disponíveis para computador, com acesso direto via navegador. O login é atrelado ao cadastro com a operadora, o que garante que o consumidor possa entrar em qualquer espaço privado com uma única credencial.
Certamente, essa aposta é benéfica para o consumidor, já que mesmo que seu aparelho não tenha funções especiais de gravação ou streaming, é possível assistir quase todos os conteúdos em vários aparelhos compatíveis.
Apps ainda engatinhando
Se por um lado os serviços de streaming são um avanço significativo, devemos colocar como contraponto aqui outras questões que são fatores limitantes. Para começar, temos a questão da compatibilidade, que infelizmente força o consumidor a optar por dispositivos pouco convencionais, os quais não reproduzem exatamente o modo de exibição da televisão.
Quase todos os serviços citados são compatíveis basicamente com os seguintes aparelhos: celulares (Android e iOS em sua maioria), tablets (iPads e tablets com Android), computadores (com acesso via navegador), video games (apps selecionados estão disponíveis para alguns consoles) e Smart TVs (pouquíssimos modelos compatíveis).
Ninguém quer ver um grande lançamento em uma telinha de 5 polegadas, por isso os canais de TV precisam lançar apps para novos dispositivos
Nessa questão, os serviços de streaming dos canais de TV estão bem atrás na corrida, já que para o usuário que pensava em curtir aquela estreia do Telecine na telona de 42 polegadas da sala, sua experiência acaba sendo limitada a aparelhos com displays pequenos (como os celulares) ou aos computadores, que em geral também contam com monitores de tamanho reduzido e ainda necessitam de todo um processo complicado para utilização.
Uma forma bem simples de driblar isso seria lançar apps de web similares ao Netflix, de forma que muitas Smart TVs pudessem rodar os serviços. É de ficar abismado, inclusive, que nem mesmo as Android TVs tenham recebido versões desses apps, já que estamos falando de um simples trabalho de adaptação para os televisores.
Quando falamos em video games, a HBO Go só está disponível para Xbox 360
Versões apropriadas para os consoles também deveriam ser desenvolvidas, afinal muitos consumidores possuem um ou outro video game em casa (claro, o melhor seria lançar em todas as plataformas). Fato curioso é perceber que a HBO lançou seu app apenas para Xbox 360, sendo que lá fora há versões do app para PlayStation 4 e Xbox One.
Quanto aos computadores, certamente seria uma ideia interessante já apostar em tecnologias mais novas, pois muitos dos sites on demand ainda usam tecnologia Flash, que está ultrapassada e apresenta alguns problemas de sincronia ou mesmo de consumo excessivo dos recursos.
O futuro pode ser muito diferente
Para não ficar apenas nas críticas, nós entramos em contato com alguns dos principais canais de TV por assinatura, mas nenhum apresentou propostas concretas sobre mudanças em seus serviços. As respostas geralmente são de que melhorias estão sendo estudadas e que mais aparelhos podem ser acrescentados à lista de compatibilidade.
A HBO, em especial, se pronunciou com respeito a uma novidade que já existe lá fora e pode chegar aqui como um verdadeiro concorrente ao Netflix. De acordo com o comunicado da companhia, a HBO Latin America pretende lançar o HBO Go no Brasil e na Argentina como um serviço de assinatura com streaming via internet até o fim deste ano.
Os planos ainda estão um pouco nublados, mas a HBO revelou que o serviço ainda será contratado via operadoras participantes (não se sabe quais serão essas operadoras parceiras) e que o preço será similar ao do pacote completo dos canais HBO e MAX para TV. Resta aguardar para ver como vai funcionar este serviço, mas certamente já é um avanço.
Não é de se duvidar que, em breve, mais canais tragam serviços dedicados para internet e que não estejam diretamente atrelados aos pacotes de TV por assinatura. Da mesma forma, não é impossível que serviços como o Hulu e o Amazon Prime (ambos concorrentes do Netflix) apareçam por aqui.
Vale notar que o Netflix já tem concorrentes aqui no Brasil, incluindo serviços da Claro e Vivo, bem como outros jogadores como o Looke e o Crackle (este último segue um modelo diferente de negócios, mas também é um serviço de streaming). É cedo para afirmar que o Netflix — ou que este modelo de negócio — vai conseguir bater de frente com as TVs por assinatura.
Fica evidente que todos estão tomando ações para alcançar novas tecnologias e mais consumidores, mas dificilmente um único modelo vai ser dominante, ainda mais dado as limitações de tecnologia no Brasil. Qual sua opinião sobre tudo isso? Qual será o futuro do Netflix e das TVs por assinatura?
Desde o seu anúncio oficial, todos gostariam de saber qual será o valor de lançamento do PlayStation 4 no Brasil. Será que teríamos um preço próximo do praticado nos Estados Unidos ou o console chegará no país com o velho conhecido “preço Brasil” atrelado a ele? Pois em uma entrevista à mídia brasileira, Jack Tretton, CEO da Sony Computer Entertainment of America, revelou o valor que a Sony está lutando para firmar para o PS4 brasileiro: menos de mil reais.
Em uma entrevista à revista Veja, Tretton contou que a Sony está planejando lançar o PS4 no Brasil pelo mesmo valor praticado nos EUA (US$ 399). Ele revela que entende a dificuldade em alcançar essa marca devido aos altos impostos cobrados no país, mas que a empresa lutará para que ele seja lançado no Brasil por esse valor.
É necessário ter cuidado ao se empolgar com a notícia, já que essa é a apenas a vontade da Sony. Se levarmos em consideração os impostos mencionados por Tretton, o preço do PS4 pode acabar sendo bem maior ao chegar no Brasil.
Mesmo assim, se a Sony resolver aplicar o valor do produto com os impostos no Brasil, nós teríamos algo próximo do preço cobrado pela Amazon em pré-venda (algo em torno de R$ 1,6 mil).
O preço final do PlayStation 4 no nosso país deve mesmo ser revelado somente mais próximo do lançamento do console, possivelmente durante a Brasil Game Show, evento que acontece em outubro. Até lá, ficamos com a informação da vontade de lançar o PS4 por um preço bem camarada
A oculus anunciou hoje que trará algumas funcionalidades sociais para o Samsung Gear VR, que vai estabelecer uma integração com o Facebook por meio da realidade virtual. A partir de amanhã, donos do equipamento da empresa coreana conseguirão criar ou conectar perfis com outras pessoas. A sincronização com a rede social de Mark Zuckerberg deve chegar mais para frente.
A novidade não deve ser surpreendente, já que o Facebook é dono da Oculus. Os novos recursos permitiriam que os usuários visualizem vídeos em 360 graus da sua timeline ou participe de jogos de realidade virtual com características sociais, como Trivia ou Herobound: Gladiators.
Mantendo uma espécie de tradição bizarra, uma nova falha de segurança grave foi descoberta no Flash nesta semana. Diante da situação, a Adobe lançou na madrugada desta sexta-feira (11) um patch emergencial que promete fechar a brecha que já está sendo usada em alguns alvos com o objetivo de executar códigos de forma remota.
Infelizmente, o problema não se restringe somente ao software com histórico um tanto problemático. Segundo a Adobe, a falha também afeta o Adobe AIR, o AIR para Android e o Flash Player para o Linux, além de diversos outros clientes.
Em outras palavras, quem depende de alguma solução para a empresa deve se certificar de ter as versões mais recentes de todos os seus produtos para garantir sua segurança. Também há a opção de desinstalar completamente o Flash, embora isso possa restringir um pouco alguns dos conteúdos que você encontra pela internet.
Se uma informação publicada pelo site Deadline se confirmar, a atriz Daisy Ridley, que interpretou Rey em “Star Wars: O Despertar da Força”, pode dar vida à Lara Croft no novo filme baseado na série Tomb Raider.
De acordo com o site, os primeiros contatos entre a atriz e os responsáveis pela produção do filme já foram feitos, mas tudo ainda está nos estágios iniciais. Outro ponto que vale mencionar é que, neste instante, os produtores estão abertos a discutir a possibilidade de incluir Daisy ou alguma outra atriz no elenco.
Até o momento, sabe-se que o novo filme de Tomb Raider será produzido em parceria pela Warner Bros., a MGM e a GK Films. A direção ficará por conta de Roar Uthaug (de “A Onda”), e há negociações em andamento para que Geneva Robertson-Dworet, um dos roteiristas de “Transformers 5”, escreva o texto para o novo longa estrelado por Lara Croft.
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Ainda não há uma data confirmada para a estreia do reboot de Tomb Raider nas telonas.
Informações divulgadas nesta sexta-feira (11) pelo site BenchLife indicam que a nova geração da placa de vídeo top de linha da NVIDIA já tem nome oficial e data para chegar ao mercado. Segundo os rumores divulgados pelo veículo, o novo produto vai se chamar GeForce GTX 1080 e deve chegar ao mercado em maio deste ano, pouco após a Computex.
No entanto, a informação mais importante é que aparentemente o produto não deve usar a tecnologia HBM2, apresentando 8 GB de memória RAM GDDR5X. Em outras palavras, isso significa que vai ser preciso esperar até a Pascal GP100 para obter dispositivos com a solução — algo que faz algum sentido quando levamos em consideração que os módulos HBM2 só devem começar a ser produzidos em massa a partir do terceiro trimestre deste ano.
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Dessa forma, em vez de esperar pela produção de novos módulos, a NVIDIA pode estar optando por uma rota mais segura e confiável que utiliza o método FinFET de 16 nanômetros. Segundo o BenchLife, a GTX 1080 deve ter duas conexões DisplayPort, uma saída HDMI e uma saída DVI, além de um conector de energia com 8 pinos (o que significa que seu consumo não deve exceder os 225W).
Para completar, o site afirma que a nova placa de vídeo deve ser lançada no dia 27 de maio, somente quatro dias após a Computex. A data é um tanto estranha quando levamos em consideração a tradição da NVIDIA de introduzir novos produtos em uma terça-feira ou em uma quinta-feira — o que não impede ela de mudar de planos em 2016
Um estudo conduzido por pesquisadores da Escola Columbia Mailman para Saúde Pública, em parceria com a Universidade Paris Descartes, mostra que expor crianças pequenas a jogos eletrônicos pode trazer consequências benéficas a seu desenvolvimento. O estudo mostra que o alto uso de video games pode contribuir para o aumento do desempenho escolar e para aprimorar o desenvolvimento intelectual.
Além disso, os pesquisadores descobriram que há uma tendência ao desenvolvimento de melhores relacionamentos sociais, descartando a possibilidade de que os games tragam problemas mentais. As descobertas tomam como base o estudo das respostas preenchidas por professores e pais durante uma iniciativa conduzida pelo projeto School Children Mental Health Europe, no qual adultos e crianças responderam perguntas relacionadas ao meio interativo.
“Jogar video games costuma ser um tempo de lazer colaborativo para crianças com idade escolar. Esses resultados indicam que crianças que jogam frequentemente podem ser socialmente coesivas e integradas com a comunidade escolar”, afirma Katherine M. Keyes, professora-assistente de Epidemiologia da Escola Mailman.
“No entanto, alertamos sobre a interpretação dos dados, já que estabelecer limites de exposição continua sendo um componente importante da responsabilidade dos pais e uma estratégia importante para o sucesso de um estudante”, complementa Katherine.
Um estudo realizado pela Universidade de Washington em parceria com a Universidade de Michigan descobriu algumas das regras que crianças gostariam de impor a seus pais no que diz respeito ao uso de redes sociais. Entre elas, a que mais se destaca está a proibição de publicar fotografias (e realizar marcações) sem pedir permissão para fazer isso.
Os pesquisadores envolvidos no projeto entrevistaram 249 famílias que possuíam crianças com idades entre 10 e 17 anos. Os resultados, apresentados em uma conferência em março deste ano, mostram quais são os principais problemas (e suas soluções) relacionados ao relacionamento entre pais e filhos em sites como Facebook, Instagram e Twitter.
“Gerenciar o uso de tecnologia era muito mais fácil para os pais — eles desligavam a televisão quando um programa acabava e ficavam de olho nas crianças quando elas usavam um computador na sala de casa”, afirma o principal autor do estudo, Alexis Hiniker. “Mas agora, quando muitos membros da família usam smartphones o tempo todo, se tornou mais difícil definir esses limites”.
Regras para um bom convívio
Questionadas sobre as regras que gostariam de impor a seus pais, as crianças definiram sete categorias:
Estar presente – em certas situações, como em conversas sérias, os pais devem deixar de lado aparelhos eletrônicos;
Autonomia – pais devem deixar que as crianças façam suas decisões tecnológicas sem grandes interferências;
Uso moderado – pais devem usar dispositivos eletrônicos de forma moderada;
Estabelecer práticas de supervisão – os adultos devem estabelecer regras claras e reforçá-las quando necessário para a proteção das crianças;
Nada de dirigir – o uso de smartphones no carro deve ser proibido, mesmo quando o sinal está vermelho;
Chega de hipocrisia – pais devem ter os mesmos comportamentos que exigem de suas crianças;
Compartilhamento moderado – pais não devem compartilhar informações sobre seus filhos sem permissão explícita para isso.
“O dobro de crianças em relação ao número de pais expressou preocupações sobre membros da família compartilhando muitas informações sobre elas no Facebook e em outras mídias sociais sem permissão”, afirmou a coautora Sarita Shoenebeck. “Muitas crianças dizem que consideram esses conteúdos constrangedores e se sentiram frustradas quando seus pais continuaram a fazer isso”.
O estudo também mostra que proibir totalmente o uso de algum serviço era mais efetivo do que permitir isso de forma restrita. Ou seja, é mais fácil uma criança aceitar que não pode usar o Instagram ou o Snapchat do que respeitar que o acesso a esses aplicativos está proibido durante o jantar, por exemplo.
Se você tem um LG G4 Beat, pode comemorar que o Android 6.0 Marshamallow já está disponível para o seu aparelho — e, se ainda não está, deve ficar liberado ainda nesta semana. A nova versão do sistema operacional foi liberada especificamente para o modelo LG-H736P, segundo o pessoal do TudoCelular.
Na versão v20a-SCA-XXX, você pode notar nas imagens abaixo a disponibilidade do sistema. Caso o seu aparelho não tenha qualquer notificação sobre a atualização, vá nas "Configurações", "Sobre o telefone" e escolha "atualização de software".
Vale notar que o Android 6.0 Marshmallow não está puro, ele conta com a renovação da LG, batizada de Optimus UI. Segundo a companhia, ela adicionou algumas transições mais suaves e um polimento extra nos ícones de aplicativos.
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Para conhecer mais detalhes sobre o LG G4 Beat, você pode acompanhar as especificações aqui embaixo ou acessar a nossa análise em vídeo.
LG G4 Beat
Tela: 5,2" Full HD
Processador: Qualcomm Snapdragon 615
Memória RAM: 1,5 GB
Câmeras: 13 MP e 5 MP
GPU: Adreno 405
Preço: entre R$ 800 e R$ 1 mil
Depois que a Microsoft anunciou que vários títulos exclusivos do Xbox One chegariam ao PC e teriam integração com o Windows 10, os jogadores torceram o nariz. Phil Spencer, chefe da divisão Xbox e importante nome da indústria, conversou com usuários no Twitter, deu importantes declarações em entrevista ao IGN e defendeu sua plataforma de jogos.
O carismático executivo havia dito que os jogadores de PC teriam que gastar duas vezes mais do que os custos do Xbox One para jogar na mesma resolução. Depois, o chefão se corrigiu no microblog. “O comentário sobre 2x [duas vezes o preço do Xbox One] estava incorreto, erro meu. Meu ponto é de um patamar desempenho/preço, em que o console tem grande valor”, retificou.
Perguntado pelo IGN sobre por que os jogadores, sabendo que Quantum Break vai sair para PC, encontrariam razão para ter um Xbox One, Spencer deu uma longa explanação. “Acreditamos que existe uma diferença fundamental entre uma experiência de jogatina num PC e outra numa televisão. (...) Eu quero que o Xbox One seja absolutamente a melhor experiência em games que podemos criar. Estamos comprometidos com isso e assim ficaremos por muitos anos. [Mas] também somos Microsoft e, obviamente, observamos que o Windows é crítico para o sucesso da companhia. E, sinceramente, olhamos para o sistema e acreditamos que ele pode ter um impacto positivo no Windows 10 como uma plataforma de games”, defendeu.
Quanto ao argumento que Spencer tem ouvido ultimamente – o de que as pessoas poderiam vender o Xbox One e jogar os games no PC –, a resposta foi enfática. “Francamente, de um ponto de vista financeiro, o melhor custo-benefício é, absolutamente, jogar esses games num Xbox One. Olho os consumidores e quero muito trazer a Xbox Live. Estamos comprometidos em trazer nossas maiores franquias ao Xbox e ao Windows, já dissemos isso. Não significa necessariamente que todos os jogos acabem saindo para as duas plataformas porque pode haver algumas diferenças técnicas. (...) Temos um ecossistema em crescimento, os desenvolvedores estão gostando muito do Xbox One”, explicou o executivo.
Enfim, esse assunto ainda tem muita lenha para queimar. O fato divide opiniões: há quem defenda a unificação das duas plataformas (Xbox One e PC) e há quem rechace a iniciativa da Microsoft. E você, de que lado está?
O DirectX 12 é o próximo passo na evolução das APIs e, como tal, promete trazer uma série de benefícios aos desenvolvedores em várias frentes possíveis, especialmente nos games. Ainda estamos longe de ver a tecnologia sendo usufruída plenamente, mas não custa sonhar, certo? A resposta da Microsoft no vídeo que você confere acima é “sim”.
Com pouco mais de um minuto, o material resume, em tom de anúncio, um dos maiores focos do DirectX 12: games em alta performance no Windows 10. A promessa da empresa de Bill Gates – e do próprio Phil Spencer, chefe da divisão Xbox – é entregar essas mesmas possibilidades ao Xbox One futuramente.
A nova API atualizada está disponível desde o lançamento da última versão do sistema operacional, e cada vez mais jogos estão começando a utilizá-la. O vídeo mostra algumas das vantagens que o DirectX 12 oferece sobre o DirectX 11 e apresenta alguns benefícios em tempo real de jogos como Deus Ex: Mankind Divided, Quantum Break, Ashes of the Singularity e Just Cause 3
A chinesa Huawei e a empresa alemã Leica fizeram recentemente uma parceria com o objetivo de lançar um smartphone especialmente desenhado para os fãs de fotografia. O aparelho, que deve se chamar Huawei P9, teve recentemente algumas fotos reais e especificações vazadas na internet.
O gadget contará com duas câmeras traseiras de 12 megapixels, cujas lentes serão fabricadas pela Leica. Os rumores apontam que o aparelho trará funções avançadas de captura, como simulações de abertura do diafragma e profundidade de campo. Além disso, também se espera um zoom de respeito e vários filtros configuráveis.
O lançamento do Huawei P9 deve ocorrer no segundo semestre deste ano, mas ainda não há uma data específica. Ainda, se espera que dois modelos cheguem ao mercado: a edição normal, e uma versão premium que deve trazer um processador diferenciado (Kirin 955) e mais memória RAM (4 GB).
Vazam primeiras fotos de Huawei P9
Especificações
Processador: Kirin 950 octa-core;
GPU: Mali-T880;
RAM: 3 GB;
Câmera posterior: dois sensores de 12 megapixels;
Armazenamento: 32 GB;
Bateria: 3900 mAh;
Tela: 5,2” Full HD.
HA pouco mais de uma semana, o TecMundo publicou com exclusividade os possíveis preços brasileiros dos novos Galaxy S7 e S7 Edge da Samsung. Pouco depois, recebemos outro vazamento confirmando praticamente os mesmos valores: R$ 3,8 ou 3,9 mil para o S7 e R$ 4,3 mil para o S7 Edge. Contudo, esses dois smartphones apareceram hoje no Ponto Frio com preços muito diferentes.
O S7 Edge seria comercializado por nada menos que R$ 5.999, e o S7 comum ficaria na bagatela de R$ 4.999! Não é preciso dizer que, caso a loja pratique realmente esses preços completamente fora da realidade, haverá uma enxurrada de críticas, considerando que os valores da semana passada já eram altos o suficiente. Com seis mil reais, você pode comprar uma bela moto ou até mesmo um fusquinha!
Quem percebeu a presença desses dois smartphones no site do Ponto Frio foi nosso leitor Guilberthe Leal, que nos enviou um comunicado sobre o assunto. Contudo, nenhum dos modelos está à venda ainda, e os preços exorbitantes só aparecem quando você faz uma busca por “Galaxy S7” ou “Galaxy S7 Edge”.
Preliminar
Os valores ficam à mostra apenas nos resultados preliminares e, quando você entra na página de venda dos produtos, eles aparecem como indisponíveis para compra. Mesmo assim, praticamente todos os detalhes já estão especificados. É possível também deixar seu nome e email para ser avisado quando as vendas começarem.
Falando em início das vendas, é muito provável que elas comecem já no próximo dia 11 deste mês, a sexta-feira da semana que vem. A Samsung ainda não confirmou o Brasil na lista do lançamento mundial que acontece nesse dia, mas, como os vazamentos têm acontecido com certa frequência por aqui, imaginamos que os aparelhos devam aparecer por nas lojas virtuais o quanto antes. Só esperamos que eles venham com os preços da semana passada, não esses valores superfaturados de hoje.
O WhatsApp ganhou uma atualização muito interessante para os que procuravam uma alternativa para compartilhar documentos através do mensageiro. A partir do último update, disponibilizado no fim de fevereiro, os usuários finalmente podem enviar arquivos PDF para outras pessoas. Apesar da limitação, a expectativa é de que em breve o suporte seja estendido para outros formatos, como arquivos de notas, documentos de texto e até planilhas.
O ícone para compartilhamento de documentos PDF está exatamente no mesmo local em que enviamos fotos da galeria/câmera, áudio, local e contato. Ao clicar sobre o botão, uma lista com todos os arquivos suportados é gerada, restando ao usuário apenas selecionar o documento a ser enviado.
Caso a pessoa para quem você está tentando enviar o arquivo não tenha atualizado o aplicativo, uma mensagem será exibida informando a impossibilidade de compartilhamento. É necessário que o destinatário também faça o update do WhatsApp, atualmente disponível para Android e iOS.
Além dessa novidade, a atualização também trouxe uma remodelagem sutil na interface de navegação de fotos e vídeos. O update também acrescentou novas opções de papel de parede para personalizar a imagem de fundo que é exibida durante as conversas.
NO mercado há um bom tempo, o Leap Motion continua sendo atualizado e refinando cada vez mais a sensação de usar as próprias mãos para interagir virtualmente em softwares profissionais e games. A tecnologia, que ainda é algo "novo", agora também se entrando no mundo da realidade virtual, podendo ser pareada com dispositivos VR.
Neste vídeo que você confere ali em cima, a equipe do Leap Motion apresenta um jogo em realidade virtual chamado Blocks. É possível notar como o jogador manipula os objetos de maneira suave, como se realmente estivesse dentro da tela.
É possível baixar o Blocks gratuitamente, contudo você precisa ter um computador com hardware parrudo. Isso porque também é necessário ter o Oculus 0.8 Runtime e o Leap Motion Orion — que nada mais é que um software de rastreamento de realidade virtual.
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Se você ficou interessado, é possível comprar um pacote com o controle Leap Motion, 2 peças para encaixe no Oculus Rift e um cabo extensor USB por US$ 109 (R$ 424, sem impostos)